O melhor sexo da vida depois dos 70

02 de abril de 2014, escrito por Redação i3i, na categoria Intimidade

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Livro da norte-americana Iris Krasnow resume experiências de mulheres dos 20 aos 90

Pesquisa feita por uma professora de Jornalismo e Estudos Femininos da American University de Washington (EUA) desmistifica um tabu: o sexo depois dos 70 anos existe e pode ser muito gostoso. A pesquisadora Iris Krasnow conversou com 150 mulheres dos 20 aos 90 anos e obteve resultados surpreendentes que estão publicados no livro "Sex after...: Women Share How Intimacy Changes as Life Changes".

Entre as conclusões obtidas no estudo está a de que as mulheres acima dos 70 anos declaram ter obtido o "melhor sexo de suas vidas", numa prova de que pessoas na terceira idade podem ter relações sexuais prazerosas com carinho, amor e satisfação. A especialista em Estudos Femininos lembrou que nos países ocidentais essa faixa etária é a que mais tem crescido e diferentes fatores têm contribuído para uma vida sexual ativa como estilo de vida saudável, atividades físicas, medicamentos estimulantes e, principalmente, o amadurecimento do corpo e da mente.

Diferente das mais jovens que são mais namoradeiras e envolvidas com os parceiros, as mais velhas são mais aventureiras e sabedoras da sua sexualidade. As entrevistas mostraram que o sexo bom está ligado à conexão emocional e ao desenvolvimento de intimidade. "As pessoas pensam sobre o sexo até o momento em que morrem", disse Iris Krasnow, em entrevista à BBC. E, de acordo com o que dizem, não estão só pensando, mas também praticando e se divertindo. "A era da mulher de 78 anos frágil, enrugada e seca é coisa do passado", disse a autora.

Quem concorda com os resultados da pesquisa é a brasileira Maria (o nome da fonte foi preservado), 75 anos. Ela entende que fazer sexo na terceira idade depende de cada pessoa, como se comportou na vida e das atitudes tomadas ao longo do tempo. "Muitas mulheres não trabalhavam fora, não se vestiam direito e se portavam como pessoas velhas. Tenho 75 anos e não me sinto velha, gosto de sair, dançar, me divertir", conta a professora aposentada. Prova disso é que, depois de ficar viúva e enlutada, conheceu um novo amor - um homem de 69 anos, com quem está casada há cinco anos.

E foi vivendo essa nova história de amor que a professora conseguiu superar as dificuldades do câncer que atingiu os dois em momentos distintos. Ele me apoiou muito e eu fiz a mesma coisa para ele, completou a professora.

Além de ter uma cabeça mais jovem, não se vestir e nem se sentir "uma velha", ela ensina que para continuar amando e sendo amada depois dos 70 é preciso permanecer ativa, com vida social e praticar atividades físicas, como ginástica e natação.

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Tags: Sexo,

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