Uma viagem pelo mundo do cinema

19 de junho de 2014, escrito por Redação i3i, na categoria O que nos inspira

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Muitas histórias de amor nasceram no escurinho do cinema. Em frente a telas gigantes, muitos pegaram na mão de sua amada pela primeira vez ou abrigaram no ombro cabeços perfumados e inesquecíveis. Não há quem não tenha uma história de cinema para contar. O encanto das antigas salas de bairro foi, aos poucos, sendo substituído pela modernidade de grandes redes que se expandiram pelos shopping centers, mas a paixão pelo cinema persiste. Mesmo em uma época em que o download de filmes é cada vez mais comum, quem frequenta uma sala de cinema sabe o porque do seu encanto. Elas permitem um momento único de dedicação exclusiva à projeção. Um tempo em que o telefone não irá tocar (ou pelo menos não deveria), aquele vizinho não baterá na companhia pedindo uma xícara de farinha nem as crianças passarão a maior parte do tempo chorando para ver o canal de desenhos animados. Ir ao cinema é um encontro consigo mesmo, um momento de viver uma nova história, fazer parte dela, viajar sem sair do lugar. Sensações que fazem parte dos primórdios do cinema, mas hoje são maximizadas pela tecnologia 3D, por um sistema de áudio digital e salas interativas.


Avanços da tecnologia nas produções cinematográficas.

A paixão pelo cinema começa cedo e não tem idade. A médica aposentada Mari Fernandes, 64 anos, viu sua primeira sessão de cinema ao lado dos tios Dália e Beto, quando tinha menos de seis anos. Uma época em que crianças não tinham acesso fácil às salas, mas, como a tia era cliente fiel, Mari acabava tendo algumas regalias. Na época, as projeções eram basicamente focadas em produção da Atlântida, como Oscarito e títulos de faroeste. “Meu tio adorava faroeste, e eu, apesar de não gostar muito, via todos”, conta. Um dos clássicos da época foi o filme “Candelabro Italiano”, comédia romântica que fez a menina se encantar com as belezas da Itália, país que conheceria anos depois. A sessão infantil, lembra ela, era só aos domingos pela manhã, quando imperavam os clássicos da Disney. Na adolescência, seus filmes preferidos eram aqueles estrelados pelos Beatles. “Vi mais de dez vezes ‘Os Reis do Iêiêiê’ e ‘Help’”.

Nas últimas seis décadas, o cinema mundial mudou. A tecnologia permitiu aos diretores uma nova gama de possibilidades e arrojo. No Brasil, apesar dos reais avanços que levaram alguns brasileiros ao banco da Academia de Cinema, ainda resta um caminho gigante pela frente. Algumas produções nacionais chegaram a ser finalistas na categoria Melhor Filme Estrangeiro, mas nenhuma ganhou o Oscar. Internamente, as produções são estimuladas por projetos de incentivo governamental, o que nem sempre assegura a qualidade do que chega à tela em um país que há pouco se livrou da pecha de produtor de pornochanchada. Mesmo assim, é evidente um esforço por melhores condições técnicas e de roteiro, algo a ser comemorado neste 19 de junho, Dia do Cinema Brasileiro. 

Pensando nisso, o i3i resolveu lembrar alguns dos clássicos que ajudaram a escrever os rumos do cinema internacional e que, por si só, contam a história de gerações e da própria humanidade. Viaje com a gente e relembre momentos inesquecíveis. Aproveite e nos conte onde você viu cada um desses clássicos e quais são os seus filmes favoritos.

25 Clássicos do cinema:

Tempos Modernos – data indefinida
E o vento levou  (1940)
Casablanca (1942)
Cantando na Chuva (1952)
Um corpo que cai (1958)
Psicose (1960)
A noviça Rebelde (1965)
Poderoso Chefão (1972)
Star Wars (1977)
Alien - O 8º Passageiro (1979)
Indiana Jones e os caçadores da Arca Perdida (1981)
ET, o Extraterrestre ( 1982)
Platoon (1986)
Atração Fatal (1987)
Rain Man (1988)
Dança com Lobos (1990)
Ghost – Do outro lado da vida (1990)
Uma linda mulher (1990)
A Lista de Schindler (1993)
Pulp Fiction - Tempo de Violência (1994)
Um sonho de Liberdade (1994)
Titanic (1997)
A Vida é Bela (1997)
O sexto sentido (1999)
Avatar (2009)

UM POUCO DE HISTÓRIA - Não há uma data fixa para o início do cinema.  Muitos inventos foram feitos no século XIX a fim de gerar e transmitir imagens. Entre eles, está o cinetógrafo e o cinetoscópio, obras de Thomas Edison. Com base nessas invenções, Auguste e Louis Lumière inventaram o cinematógrafo, um aparelho portátil que filmava, revelava e projetava. Uma das datas mais importantes para o cinema foi 28 de dezembro de 1895, quando os irmãos  realizaram uma apresentação no Salão Grand Café, em Paris. O filme exibido foi L'Arrivée d'un Train à La Ciotat.


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